7 coisas que vão mudar o modo como você vê o mundo digital

Nesse final de semana tive a honra de participar do #CONEDI evento de empreendedorismo digital promovido pela @ajepoa 

E realmente posso dizer que me surpreendeu muito, diferente de vários encontros sobre o tema o Conedi trouxe conhecimento técnico e pratico: essa ferramenta, esse conhecimento existe mas como aplico no meu negocio?

Foram 3 dias de muito conhecimento e não teria maneira melhor de agradecer a oportunidade do que compartilhando 7 pontos que mais me chamaram atenção.

Em um evento de tecnologia e mundo digital o normal seria falarmos só de ferramentas, programação, dados analíticos né? O Conedi falou sim, de tudo isso mas eles ainda foram além, eles lembraram do cara que faz tudo isso acontecer: o ser humano.

  • 1 – Mídia Social não é lugar para vender algo!

 

Mídia social é um canal de relacionamento, relaciona-se. Em um mundo onde os produtos são tão parecidos em termos de qualidade e oferta, você já se perguntou porque o seu cliente escolhe você e não o concorrente? Ou vice-versa.

 

Relacionamento, identificação com a marca, experiência de compra e pós compra, podem ser algumas das respostas.  

  • 2 – Propósito: Em casa de ferreiro, espeto de pau.

 

A internet não deixa mais espaço para empresas que vendem uma coisa e entregam outra. Não adianta fazer toda uma ação de marketing sobre o feminismo por exemplo e não viver ele na prática. As pessoas sentem quando não é verdade.

 

Qual o teu propósito?

 

As pessoas que fazem parte da tua empresa precisam ecoar a mesma mensagem que você quer transmitir.  Sabe porque? A sua empresa não é o que você diz dela, mas sim o que as pessoas dizem sobre ela.

 

Qual a credibilidade que você tem com o seu público?

 

Deixe boas sensações no mundo e boas sensações não são transmitidas por robos, mas por pessoas.

 

  • 3 – A solução que você mais busca está no..

 

Conhecimento específico, reflexão e relacionamento. A criatividade não surge do nada, ela vem de um conhecimento e vivência do problema, ela vem da vontade de fazer melhor e mais fácil.

 

De mudar a vida das pessoas para melhor. O quanto você entende o seu cliente? O quanto você sacia as suas necessidades?

Você busca novos conhecimentos?

  • 4 – Experiência: viva experiências inesquecíveis.

O que melhor existe na vida do que viver? Cause o melhor no seu cliente. Proporcione a ele o melhor. O melhor momento, dia ou consumo.

 

O que é importante para ele? O que ele busca?

#conedi lotado 👏👏👏

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  • 5- Não tenha medo!

 

Medo do desconhecido. Medo de ser julgado. Medo do primeiro passo. Medo de perder o controle.

 

Essa colocação é um slide de uma das palestras e não é incrível? Eu sempre digo pra vocês: lembra que o medo não existe, ele é algo irreal. O medo só faz a gente pensar em todas as possibilidades que não dariam certo, e se o pensamento é a nossa maior arma para criar a realidade, vamos ocupar a nossa mente com pensamentos bons. (pode clicar aqui para ir para o post)

 

  • 6 – Seja um PDE  e não um PDV.

 

Essa eu escutei do Hector, um dos palestrantes. E achei fantástica. Se estudarmos vários cases de grandes empresas, vamos notar que todas elas viraram a chave e cresceram depois de entender esse ponto.

 

Porque ser apenas Pontos De Vendas quando podemos ser algo muito melhor: Pontos de Experiências.

 

A Melissa por exemplo não vende sapato de plástico.

 

A Netflix não vende filmes.

 

A Apple não vende tecnologia.

 

A Coca-Cola não vende refrigerante.

 

A Chanel não vende roupas.

  • 7 – O cérebro humano ainda é válido.

 

E nós andamos esquecendo dele, até nas indústrias mais “criativas”

 

As ferramentas de análises de dados são muito importantes, mas elas não descartam o pensar. Ainda é através da criatividade própria que se obtém os melhores resultados, ações e experiências.

 

Ferramentas transformam experiências em estatísticas.

 

Mas é a mente humana que possibilita o homem a viver novas experiências.

 

Obrigada a toda equipe AJEPOA e a todos os palestrantes, vocês foram e são sensacionais.

Com carinho, Vanessa de Andrades – @nessadeandrades #conedi

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O ano de Gabrielle para Chanel

A coleção e a eleição deste ano como o ano de Gabrielle para Chanel aconteceu em fevereiro, mas é nesse mês que ela vem com força total!

E na minha opinião foi uma tradução perfeita do que é Gabrielle Chanel, fundadora da Maison. Gabrielle era pra frente do seu tempo, forte, decidida e com um pensamento muito a frente, transformou a moda e escandalizou a sociedade.

Não sabe porque ela é esse ícone da moda?

Em 1913 que Chanel iniciava sua revolução, com uma pequena loja de chapéus

Foi Chanel que livrou a mulher do parto de dor que era se vestir, ela tirou a anquinha e espartilho,

Nos deu o direito de ter cabelo curto,

O pretinho básico,

As calças,

E uma das partes que eu mais amo, decretou que pele bronzeada é sinal de saúde e beleza! OBRIGADA CHANEL <3

Foi Chanel também que trouxe as bijuterias

Ok, o espartilho dava a mulher bunda arrebitada, cintura apertadíssima e fina, busto saliente, mas ninguém merece ficar apertada o dia todo? Credo, as vezes até o sutiã me incomoda!

Pode se dizer que Chanel era uma mulher homem, sim que nomenclatura triste e machista, mas os anos depois e antes da Guerra eram assim. Os homens tinham voz e ponto final. Chanel com sua teimosia, não aceitava e lutou e buscou seu espaço, considero Gabrielle uma das primeiras feministas do mundo, quando nem nomenclatura essa causa tinha.

Devemos muito a ela, a moda, as mulheres e o mundo.

Agora vamos a 2017, o ano de Gabrielle para a maison Chanel, para homenagear a maison lançou a bolsa, nomeada de Gabrielle, que no desfile de primavera-verão da marca, foi usada por mulheres e homens. Alça de corrente, couro matelassado e cores sóbrias, prática e versátil, assim é a nova bolsa que promete ser atemporal.

a peça vai custar entre US$ 3.ooo e US$ 33.000 (aproximadamente entre R$ 9.300 e 102.000)

   Mais um sonho né? tem tudo pra ser atemporal assim como a musa inspiradora.

Com carinho, Vanessa de Andrades – @nessadeandrades

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